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Cold calling em 2025: por que todo mundo diz que está morto — mas continua fazendo

Cold calling em 2025: por que todo mundo diz que está morto — mas continua fazendo

As cold calls não desapareceram — elas apenas ficaram mais inteligentes. Com preparação, uma base de clientes organizada e scripts claros, uma ligação deixa de ser “fria” e se transforma em uma conversa de especialista com o tomador de decisão. A Uspacy oferece tudo para isso: CRM, telefonia e calendário de atividades, garantindo que cada número discado tenha um propósito específico.

Em 2025, o cold calling parece uma relíquia do passado. Há publicidade direcionada, aplicativos de mensagens, campanhas de e-mail, chatbots, redes sociais e LinkedIn — por que pegar o telefone e “interromper” o dia de alguém? Muitos gerentes de vendas travam, com medo da rejeição, enquanto os tomadores de decisão filtram números desconhecidos e marcam tudo como spam.

Um mito popular soa simples: “Cold calling não funciona mais.” A realidade é diferente. O que não funciona é o telemarketing à moda antiga — ligar para todo mundo a partir de uma lista de contatos comprada, usando o mesmo script de vendas. Em vez disso, ligações direcionadas e conduzidas por especialistas (smart calling) continuam sendo uma das formas mais rápidas de chegar ao verdadeiro tomador de decisão e fechar deals B2B.

A verdadeira diferença não está em ligar ou não. Ela está em como você liga, como se prepara e em quão sistemáticos são seus processos de CRM, telefonia integrada ao CRM e tratamento de objeções.

Por que os métodos antigos (“Ligar para todo mundo”) não funcionam mais

A abordagem clássica dos anos 2010 era mais ou menos assim: entregar a um vendedor uma “lista de 500 números”, definir uma meta de 150–200 ligações por dia e depois se perguntar por que a equipe entra em burnout enquanto as taxas de conversão ficam próximas de zero. Naquela época, isso funcionava — pelo menos em certa medida. Em 2025, é um caminho direto para listas negras.

Primeiro, os filtros de spam entram em ação. Sistemas operacionais móveis e aplicativos identificam números usados com frequência para telemarketing. Bastam apenas alguns dias de discagem em massa sem critério para que um número seja marcado como “suspeito” ou “spam”. Como resultado, o tomador de decisão nem sequer vê que alguém tentou ligar.

O segundo problema é a sobrecarga de informações. As pessoas estão saturadas de ofertas. Uma abertura como “Olá, somos uma empresa líder de mercado com uma oferta única para você...” não desperta interesse — provoca um desejo imediato de encerrar a ligação. Essa abordagem prejudica a confiança na marca em vez de gerar leads.

O terceiro problema atinge diretamente a base de clientes. Sem um CRM, os contatos ficam espalhados por planilhas do Excel, mensageiros e cadernos. As mesmas pessoas recebem várias ligações de vendedores diferentes, sem que ninguém tenha visibilidade das interações anteriores. O resultado é uma base de clientes desgastada e uma marca associada a um telemarketing agressivo e invasivo.

Smart calling: a nova era das vendas por telefone

O smart calling continua sendo cold calling — só que mais inteligente. Em vez de “atingir 100 contatos até o meio-dia”, a equipe faz 20–30 ligações bem planejadas, em que cada número vem acompanhado de uma breve pesquisa e preparação, em vez de ser apenas uma aposta ao acaso.

Princípio-chave: a preparação importa mais do que a quantidade. O vendedor abre o CRM para ver a origem do lead, quais páginas foram visitadas e quais materiais foram baixados. Antes da ligação, ele analisa o site da empresa, o LinkedIn, as redes sociais e as notícias. Assim, entende em que o negócio está focado e em que estágio de desenvolvimento ele se encontra.

Abordagens simples, mas personalizadas, funcionam melhor:

  • Preparação em vez de quantidade. Em vez de “ligar para todas as empresas de logística dos EUA”, diga “ligar hoje para 15 empresas que estão expandindo seus armazéns ou abrindo novas filiais”.
  • Pesquisa antes do primeiro contato. Quem é o responsável por essa área? Qual é a estrutura da empresa? A empresa foi mencionada nas notícias? Isso cria pontos de entrada para um diálogo natural e envolvente.
  • Início de conversa personalizado. “Vi seu artigo sobre o lançamento de uma nova divisão” gera muito mais conexão do que “Somos a empresa X — compre nossos serviços”.
  • Integração com a geração de leads. A ligação não existe de forma isolada. Ela vem após anúncios, webinars, guias baixados ou visitas a páginas — portanto, o lead “frio” já está parcialmente aquecido.

Até as aberturas de ligação mudaram.

Como não fazer (2010):

“Olá, aqui é a LogisticPro ligando. Temos uma oferta única para você…”

Como fazer (2025):

“Boa tarde, David. Estou ligando porque vi sua publicação sobre a expansão do seu armazém. Ajudamos empresas a automatizar a logística em casos como esse. Você tem um minuto para conversar?”

Esse tipo de venda B2B exige mais preparação, mas cada contato se torna um investimento em vez de um desperdício de tempo sem sentido.

O papel do CRM e da tecnologia: uma ligação sem caderno

Em 2025, discar de um celular pessoal com uma lista escrita à mão não é mais eficaz — é desorganizado. O novo padrão é a telefonia integrada ao CRM, onde todo o histórico de comunicação fica centralizado em um único sistema.

A integração com a telefonia IP oferece vários benefícios-chave:

  • Discagem com um clique a partir do cartão do cliente. Sem discagem manual e sem erros.
  • Registro automático do histórico. Todas as chamadas, e-mails, tarefas e anotações ficam vinculados ao contato e ao deal específicos.
  • Gravação de chamadas. Os gestores podem revisar ligações selecionadas para identificar pontos fracos nos scripts de vendas e no tratamento de objeções.

A Uspacy funciona como um conjunto de ferramentas: CRM, tarefas, comunicações e telefonia estão integrados em um único sistema. Isso reduz a necessidade de alternar entre serviços e acelera o ciclo do deal.

Outra funcionalidade crucial são as atividades do CRM. Se um executivo da empresa disser: “Ligue de volta em um mês — estaremos finalizando o orçamento”, o vendedor cria uma atividade para aquela data específica. No dia agendado, ela aparece no painel da Uspacy: “Hoje às 15:00 — Ligação sobre implementação do CRM na LogisticPro”. Não é necessário guardar na cabeça ou em um caderno — o sistema exibe automaticamente as atividades agendadas na tela principal.

Sem essa abordagem, alguns leads simplesmente se perdem em anotações e mensageiros. No Uspacy, as ligações agendadas são adicionadas automaticamente ao calendário de atividades, fazendo com que a base de clientes funcione como um funil de vendas transparente, em vez de uma lista de contatos caótica.

O gatekeeper não é o inimigo: como chegar aos principais tomadores de decisão

Na maioria das empresas, a primeira linha de defesa é o gatekeeper. Eles não são “inimigos” — seu papel é filtrar spam e proteger o tempo do executivo. Se você os abordar como um spammer, é exatamente assim que será percebido.

Primeiro princípio: não venda para o gatekeeper. Não é necessário apresentar todo o seu pitch, informar preços ou implorar por uma conexão. Nesta fase, o objetivo é simples: mostrar que você não é telemarketing aleatório, mas um parceiro que entende o contexto do negócio.

Segundo princípio: fale com confiança, como um igual. Quem está nervoso passa a impressão de estar implorando. Quem entende o valor da sua oferta fala de forma calma e concisa.

Abordagem ruim:

“Posso falar com o diretor? Gostaria de oferecer nossos serviços…”

O gatekeeper já ouviu isso centenas de vezes e encerrará a conversa de forma educada, mas rápida.

Abordagem no estilo de 2025, com a superação adequada do gatekeeper:

“Por favor, me conecte com Thomas Simpson. É sobre a questão da expansão do armazém que discutimos no e-mail de ontem.”

Vários elementos funcionam aqui ao mesmo tempo: especificidade, referência a um contato anterior e tom confiante. No CRM da Uspacy, é fácil ver qual e-mail foi enviado e quando, exatamente o que foi prometido, e evitar detalhes confusos durante essas comunicações.

Dominar o bypass do gatekeeper é uma habilidade que deve ser praticada assim como o tratamento de objeções. Sem isso, até mesmo o smart calling mais eficaz não trará resultados completos.

Scripts de vendas em 2025: flexibilidade acima da rigidez

Os antigos scripts de vendas eram tratados como “texto sagrado” que o vendedor precisava ler palavra por palavra. O problema é que os tomadores de decisão percebem esse script nos primeiros três segundos. Soa artificial, e qualquer ligação B2B que comece assim está condenada.

Os scripts de vendas em 2025 são mais um quadro de conversa do que um monólogo. O vendedor mantém a estrutura em mente:

Saudação → Início da conversa → Qualificação → Oferta → Próximo passo, mas escolhe palavras ao vivo que se encaixem no contato específico.

O exemplo de abertura moderna foi mostrado anteriormente. Isso não é “telemarketing baseado em template” — é uma ponte curta de um evento real de negócios para a solução que você está oferecendo.

O que muda na prática:

  • Frases flexíveis em vez de texto rígido. Existem várias opções de frases para cada etapa, e o vendedor escolhe a que soa mais natural.
  • Foco em perguntas, não em longos monólogos. Quanto mais o tomador de decisão falar sobre o seu negócio, mais fácil fica demonstrar o valor da sua solução.
  • Tratamento sistemático de objeções. As objeções mais comuns são registradas no CRM, e respostas e scripts personalizados são preparados para elas.
  • Voz e tom. As pessoas compram de uma pessoa de verdade, não de um script. Empatia, energia e confiança são essenciais — e claramente audíveis nas gravações das ligações.

A Uspacy ajuda a estruturar essas conversas com base em interações reais: gravações de chamadas, tarefas para tratar objeções e análises de desempenho. Os scripts deixam de ser limitações e se tornam um sistema de apoio para a equipe.

Conclusão

O cold calling não está morto. Ele evoluiu para o expert calling, onde cada contato envolve preparação, smart calling, superação habilidosa do gatekeeper e tratamento adequado de objeções. Quem espera que “as vendas se façam sozinhas com anúncios” perderá para aqueles que não têm medo de pegar o telefone e possuem um sistema estruturado.

O principal inimigo do cold calling não é o mercado — é o medo e a falta de preparo do vendedor. Com telefonia integrada ao CRM, uma base de clientes transparente, frameworks de scripts e análises claras, as ligações deixam de ser uma loteria e se tornam um canal de receita previsível.

O próximo passo lógico é revisar seus scripts, configurar a telefonia no CRM e lançar o smart calling de uma nova forma. A Uspacy oferece um conjunto de ferramentas pronto: CRM, tarefas e atividades, integrações com telefonia IP e análises, tudo em uma única solução. Tudo o que resta é fazer login, organizar sua base de clientes e realizar as primeiras ligações realmente preparadas para prospects que estão prontos para uma solução sólida — e não para mais uma “oferta única”.

Atualizado: 14 de janeiro de 2026

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